Newsletters

“Arrumar a casa” é o primeiro passo para o sucesso

Fornecer ferramentas de gestão, formar recursos humanos e prestar informação em tempo útil para que os
empresários possam tomar decisões acertadas e sustentadas é a missão da Believe. Em entrevista à revista
Pontos de Vista, Mário Costa, Administrador da empresa, explicou quais os principais erros dos empresários
nacionais e de que forma estes podem vingar no atual contexto de crise.
 
Mário Costa não tem dúvidas em afirmar que os dois principais problemas que impedem o su-cesso de grande parte das empresas nacionais são a dívida que têm do passado e os problemas ao nível da gestão. “Cometeram-se algumas loucuras e alguns erros no passado e, nesta altura, com a quebra do negócio, das margens e das vendas e com o aumento de alguns custos, a margem de segurança diminui e é incomportável pagar o dia a dia. Para além disso, em muitas empresas, o empresário confunde-se com o vendedor, com o industrial, com o encarregado, ou seja, ou empresário faz tudo, acabando muitas vezes por cometer erros, até pelo simples facto de conceder créditos a clientes”, explica.Para que a empresa consiga sobreviver quando comete estes erros, a Believe tem à disposição dos clientes procedi-mentos próprios de controlo interno, gestão de tesouraria, determinação e controlo da margem, concessão de cré-ditos com rigor e implementação de um sistema de contabilidade analítica, dividindo a empresa em centros de cus-to que facilitem a medição com rigor da sua rentabilidade e eficiência. O primei-ro passo é geralmente o mesmo. “Aquilo que a Believe faz imediatamente é arrumar a casa, reestruturar o passado para a conjuntura atual para que a empresa consiga sobreviver e dar gestão porque de outra forma não conseguimos pôr o plano de reestruturação em prática. O passo seguinte é ajudá-las no motor das vendas, porque se não houver negócio, nada feito! Antigamente era fácil vender mas, na atual conjuntura, já não é assim. Ou as empresas têm um departamen-to comercial profissional ou então as vendas começam a cair e como, muitas vezes, os próprios clientes não pagam, atrasam-se nos pagamentos ou querem preços abaixo dos preços de mercado e, muitas vezes mesmo dos preços de produção, se as empresas não tiverem liquidez para cobrir o investimento, não sobrevivem”, afirma Mário Costa.“ENTRAR NO MERCADO EXTERNOÉ DIFÍCIL, SAIR É DE UM DIAPARA O OUTRO”A quem julga que a internacionalização é a solução para os problemas da empresa, Mário Costa garante que esta é uma ideia errada, porque nenhuma empresa pode exportar sem ter solidez e margens que permitam. “As empresas não podem ex-portar se não tiverem capacidade finan-ceira e para terem capacidade financeira têm primeiro de arrumar a casa. Antiga-mente a maior parte dos empresários in-ternacionalizavam através de feiras, o que ficava muito caro e, por isso, nesta altura é complicado exportar por essa via. Depois, há outros que pensam, que exportar é a mesma coisa que vender para o mercado interno e estão redondamente enganados porque se não cumprirem prazos de entrega, se não tiverem um serviço adequado e uma assistência pós venda não conse-guem vingar internacionalmente. Se uma empresa não tiver solidez, no mercado interno já é difícil, no mercado externo muito pior”, afirma o nosso entrevistado, que dá um exemplo, “um atraso de uma hora no mercado nacional não tem impacto, mas o atraso de uma hora na entrega de um material num contentar pode traduzir-se num atraso de um mês na chegada ao destino. Eu costumo dizer que entrar no mercado externo é difícil, sair é de um dia para o outro ”.A internacionalização é assim defendida por Mário Costa como um passo que demora tempo até se afirmar e, como tal, uma empresa nunca pode esperar re-sultados rápidos da internacionalização para resolver os problemas do dia a dia. A internacionalização tem antes de ser um mercado que vem complementar o nacional e, portanto, se a empresa não vive dias favoráveis a nível interno, tem primeiro de resolver esses problemas. A Believe ajuda nessa resolução e só depois dá apoio nes-se passo tão importante numa altura em que os constrangimentos internos obri-gam cada vez mais as empresas a procu-rar alternativas e a descobrir novos sítios onde possam disponibilizar os seus serviços ou colocar os seus produtos.“A Believe está a acompanhar uma em-presa de construção que, neste momen-to, já fatura cerca de sete ou oito milhões de euros por ano mas que antes não conseguia exportar porque tinha tanta dívida e estava tão mal estruturada que os próprios clientes tinham medo que a empresa não conseguisse terminar as obras porque podia falir a qualquer momento. Ora, a empresa entrou num processo de reestruturação, foi aprovado o plano de cooperação por unanimidade dos credores, demos gestão ao dia a dia e a empresa começou a perceber onde é que perdia dinheiro. A partir daí começaram a aparecer muitos clientes de Moçambique, Angola, Argélia, Marrocos… Porquê? Porque percebiam que era uma empresa com a casa arrumada, que sabia o que estava a fazer e isso dava credibilidade, o que é muito importante, até por causa da própria imagem que Portugal tem lá fora”, exemplifica.Com cada vez mais empresas a recorrer aos serviços da Believe, o nosso entrevistado terminou a conversa, afirmando com otimismo e confiança, “eu costumo dizer que isto agora não pára! Temos cada vez mais solicitações e somos cada vez mais conhecidos no mundo. Eu tenho inclusivamente dado algumas conferências, por todo o país, com pessoas conhecidas da política e da banca, dando a conhecer o nosso trabalho mas, sem dúvida que o a melhor publicidade da Believe são os resultados que acabam por ser conhecidos através dos amigos dos clientes e dos pró-prios fornecedores que depois nos procu-ram. Isto é um motivo de orgulho que dá confiança aos clientes e a nós mesmos”.
 
Novos projetos não param de surgir
E porque atingir o sucesso é um projeto global, que requer uma solução global, a Believe está disponível para oferecer as soluções mais ade-quadas a cada empresa. Com esse intuito tem neste momento vários projetos novos em mão. Mário Costa adiantou quais nesta entrevista à Revista Pontos de Vista:“Queremos aumentar a capacidade do nosso departamento de contro-lo de gestão; recentemente criei também um clube de negócios para fomentar a área comercial e permitir a troca de experiências ao nível da gestão; tenho dado conferências pelo país a desmistificar a recessão e mostrar que há alternativas; estou a investir no desenvolvimento de um software de controlo de gestão que vai permitir às empresa ter, em tempo real, no telemóvel ou no Ipad, não só informações de carácter económico-financeiras, mas também de carácter comercial da própria empresa; estamos a associar-nos a outros grupos para complementar os serviços que disponibilizamos às empresas; estamos a desenvolver protocolos com algumas instituições para ir buscar alunos às faculda-des, dar-lhes formação e coloca-los na empresa sob o nosso acompanhamento; vou dar formação gratuita a parceiros e colaboradores e vamos fazer análises a empresa totalmente gratuitas e sem nenhum compromisso."
    • 17 07 2012 publico pontos de vista believe
Tags: Noticias, believe